A Lagoa do Salgado e a Ação Antrópica em sua Faixa Marginal de Proteção, Região Norte do Estado do Rio de Janeiro

  • Caroline Cabral Tudesco
  • Luiz de Pinedo Quinto Júnior
Palavras-chave: Lagoa do Salgado. Estromatólitos. Ações Antrópicas. Faixa Marginal de Proteção.

Resumo

O estudo aborda a lagoa do Salgado, a ação antrópica em sua Faixa Marginal de Proteção (FMP) ao longo dos anos e os possíveis impactos da urbanização advinda do Superporto do Açu e de futuros empreendimentos na região, fazendo desta forma uma análise comparativa com o caso da lagoa do Vigário no município de Campos dos Goytacazes, que sofre com problemas gerados por um crescimento desordenado e pela falta de planejamento. A ocorrência de estromatólitos recentes, os únicos encontrados na América do Sul, confere à lagoa do Salgado o título de patrimônio geopaleontológico da humanidade e torna a problemática em questão ainda mais relevante. Consequentemente, medidas urgentes e drásticas devem ser tomadas para proteger esse sítio geológico-paleontológico.

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Biografia do Autor

Caroline Cabral Tudesco
Instituto Federal Fluminense/Câmpus Campos-Centro – Mestranda em Engenharia Ambiental.
Luiz de Pinedo Quinto Júnior
Pesquisador do Núcleo de Estudos e Estratégias e Desenvolvimento (NEED). Professor do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental (PPEA), Arquitetura e Urbanismo e Geografia do Instituto Federal Fluminense, Câmpus Campos-Centro, Campos dos Goytacazes-RJ, Brasil.
Como Citar
TUDESCO, C. C.; QUINTO JÚNIOR, L. DE P. A Lagoa do Salgado e a Ação Antrópica em sua Faixa Marginal de Proteção, Região Norte do Estado do Rio de Janeiro. Boletim do Observatório Ambiental Alberto Ribeiro Lamego, v. 5, n. 1, p. 147-162, 11.
Seção
Artigos originais

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