MELHORAMENTO DE MILHO PIPOCA DA UENF E A INTERAÇÃO COM PRODUTORES RURAIS DO NORTE E NOROESTE FLUMINENSE

  • Cássio Vittorazzi
  • André Lima Knifis
  • Antonio Teixeira do Amaral Júnior
Palavras-chave: Melhoramento do milho pipoca, Materiais melhorados, Interação pesquisa x produtor rural

Resumo

A UENF tem desenvolvido trabalho com o melhoramento de milho pipoca, visando à recomendação de materiais melhorados. Considerando-se as perspectivas de sucesso, antevêem-se resultados promissores para auxiliar no desenvolvimento agrícola do Norte e Noroeste Fluminense. Porém, para que haja interesse dos produtores no cultivo da variedade a ser disponibilizada é imprescindível a interação dos resultados alcançados com a pesquisa com os produtores das respectivas regiões. Para alcance dos intentos desta proposta, foram transmitidas informações sobre manejo cultural do milho pipoca, explicitando detalhes como época de plantio, espaçamento, cultivares  disponíveis, manejo de pragas e doenças, custo de produção, produtividade, e estratégia de melhoramento via seleção recorrente com a cultura, assim como o curso “Cultura do Milho Pipoca: Alternativa de agronegócio para os produtores do Norte e Noroeste Fluminense”, realizado durante a IV Semana do Produtor Rural da UENF. Foi disponibilizada uma cartilha aos produtores rurais e alunos, com o principal intento de divulgar e familiarizar a cultura no meio acadêmico e agrícola. Entre as etapas realizadas destacam-se: Preparo da área para o cultivo de UNB-2U; Cultivo de UNB-2U em período de safrinha para obtenção de progênies de quinto ciclo de seleção recorrente; Análise de características morfoagronômicas de UNB-2U, IAC-112 e BRS Ângela para identificação do nível de melhoramento da população de trabalho da UENF com o objetivo de futuro lançamento de variedade melhorada. Preparo e apresentação do curso, a ser oferecido na VI Semana do Produtor Rural, para despertar maior atenção dos produtores foram realizadas divulgações em programas de rádio e TV de elevada audiência do público-alvo. Notou-se um aumento no público interessado em conhecer a cultura e suas nuances fitotécnicas e maior interação com os produtores do Norte e Noroeste Fluminense, há expectativa de que a recomendação de nova cultivar tenha popularidade por parte dos produtores rurais do Norte e Noroeste Fluminense.