AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE DA ENZIMA ALENO ÓXIDO SINTASE (AOS) EM PLANTAS DE MARACUJÁ SUBMETIDAS A VAPORES DE METIL JASMONATO (MEJA)

  • Dalvania Pinho Domingues
  • Tânia Jacinto Freitas da Silva
Palavras-chave: jasmonatos, maracujá, AOS

Resumo

As plantas respondem as agressões de predadores como insetos e patógenos, ativando uma cascata de sinalização que leva a produção do ácido jasmônico. Esse fitohormônio, (assim como seus derivados), é um forte indutor da expressão de genes que codificam proteínas com função defensiva. Deste modo, os jasmonatos desempenham função central na ativação da resposta de defesa vegetal. Em conseqüência, as enzimas da rota biossintética do ácido jasmônico vem sendo alvo de estudos em diferentes plantas modelo. Entre as enzimas da rota a aleno óxido sintase (AOS) é considerada uma enzima chave, uma vez que compromete os intermediários da via para a produção do ácido jasmônico. O Brasil é um grande produtor de maracujá, sendo a maior parte da produção destinada à indústria de sucos. Devido à importância da cultura do maracujá escolhemos essa planta para estudarmos os seus mecanismos de defesa dependentes de jasmonatos. Focamos nossas análises na ativação da AOS devido ao seu papel crítico na regulação da produção de ácido jasmônico. Neste estudo, avaliamos a atividade da AOS em tecido foliar de plantas controle e após exposição a vapores de metil jasmonato por um período de 24 e 48 h. Ensaios enzimáticos foram realizados por espectrometria. A atividade da AOS foi estimada monitorando a perda da absorbância a 234 nm, decorrente da metabolização de seu substrato que absorve neste comprimento de onda. No entanto não obtivemos resultados conclusivos. Deste modo, precisamos realizar novos ensaios para que se alcance resultados satisfatórios.

Biografia do Autor

Tânia Jacinto Freitas da Silva
Orientadora