Por que o Brasil precisa das cotas? Uma análise do ingresso de estudantes cotistas na Universidade Estadual do Norte Fluminense/UENF

  • Ludmila Gonçalves da Matta Doutora em Sociologia Política. Professora do Mestrado em Planejamento Regional e Gestão de Cidades da Universidade Cândido Mendes-Campos
Palavras-chave: Educação. Cotas. Políticas públicas. Universidade.

Resumo

Neste artigo são apresentados os resultados de um estudo sobre o sistema de cotas na Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF). As cotas na UENF abarcam os seguintes beneficiários após a comprovação de carência: estudantes de escola pública, negros, indígenas, deficientes e filhos de policiais militares mortos ou incapacitados em serviço. O estudo centrou-se na análise comparativa dos vestibulares de 2008 e 2009. Foi analisada a relação entre a oferta e a demanda de vagas e também as notas de aprovação. A análise revelou que há uma demanda maior por cotas nos cursos em que a relação candidato/vaga é maior e que em muitos cursos as cotas são desnecessárias para a aprovação.

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Biografia do Autor

Ludmila Gonçalves da Matta, Doutora em Sociologia Política. Professora do Mestrado em Planejamento Regional e Gestão de Cidades da Universidade Cândido Mendes-Campos
Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (2002), graduação em Serviço Social pela Universidade Norte do Paraná (2010), mestrado em Políticas Sociais pela Universidade Federal Fluminense (2005) e doutorado em Sociologia Política pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (2012). Atualmente é professora da Universidade Cândido Mendes. Tem experiência na área de Demografia, com ênfase em Evolução da População, atuando principalmente nos seguintes temas: desenvolvimento, democracia racial, política de cotas, rede urbana e ação afirmativa.
Publicado
02-02-2015
Como Citar
MATTA, L. G. DA. Por que o Brasil precisa das cotas? Uma análise do ingresso de estudantes cotistas na Universidade Estadual do Norte Fluminense/UENF. Revista Vértices, v. 16, n. 2, p. 169-187, 2 fev. 2015.
Seção
Artigos Originais