Revista Vértices https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices <p>A revista Vértices constitui-se numa publicação periódica técnico-científica quadrimestral MULTIDISCIPLINAR publicada pela Essentia Editora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFFluminense), que tem por finalidade publicar ARTIGOS ORIGINAIS, DE REVISÃO e DOSSIÊS TEMÁTICOS sobre temas em Educação, Sociologia e Serviço Social. Devido ao seu aspecto MULTIDISCIPLINAR aceita, também, contribuições de outras áreas do conhecimento como Engenharias, Ciências Agrárias, Filosofia, Letras e Linguística.&nbsp; A partir do v.17 n.2, a revista passou a estar disponível exclusivamente no formato eletrônico on-line em <em>Open Access</em>. Publica, após processo de avaliação por pares (duplo-cego), contribuições inéditas nos idiomas português, espanhol e inglês. O público-alvo é composto de discentes dos cursos de Graduação, Pós-Graduação, Pesquisadores e interessados nas temáticas que abrangem o escopo da revista Vértices. Este periódico não cobra taxas dos autores nem de suas instituições para a submissão, processamento e publicação de artigos.<br><br>ISSN versão eletrônica: 1809-2667 / ISSN versão impressa: 1415-2843 (até o v.17 n.1)</p> pt-BR <p>Os autores do manuscrito submetido à&nbsp;revista <strong>Vértices</strong>, representados aqui pelo autor correspondente, concordam com os seguintes termos:</p> <p>Os autores mantêm os direitos autorais e concedem sem ônus financeiro à revista <strong>Vértices </strong>o direito de primeira publicação.</p> <p>Simultaneamente o trabalho está licenciado sob a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt">Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0)</a>, que permite copiar e redistribuir os trabalhos por qualquer meio ou formato, e também para, tendo como base o seu conteúdo, reutilizar, transformar ou criar, com propósitos legais, até comerciais, desde que citada a fonte.</p> <p>Os autores não receberão nenhuma retribuição material pelo manuscrito e a Essentia Editora irá disponibilizá-lo <em>on-line</em>&nbsp;no modo&nbsp;<em><strong>Open Access</strong></em>, mediante sistema próprio ou de outros bancos de dados.</p> <p>Os autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada na revista <strong>Vértices</strong> (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial neste periódico. &nbsp;</p> <p>Os autores têm permissão e são estimulados a divulgar e distribuir seu trabalho online na versão final (posprint) publicada pela revista <strong>Vértices </strong>em diferentes fontes de informação&nbsp;(ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer tempo&nbsp;<strong>posterior</strong> à primeira publicação do artigo. &nbsp;</p> <p>A <strong>Essentia Editora</strong> poderá efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com o intuito de manter o padrão culto da língua, contando com a anuência final dos autores.</p> <p>As opiniões emitidas no manuscrito são de exclusiva responsabilidade do(s) autor(es).</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> essentia@iff.edu.br (Inez Barcellos de Andrade) essentia@iff.edu.br (Suporte Técnico) sex, 27 ago 2021 00:00:00 -0300 OJS 3.1.2.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Editorial (v23n3) https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/16291 Inez Barcellos de Andrade, Edson Carlos Nascimento Copyright (c) 2021 Inez Barcellos de Andrade, Edson Carlos Nascimento http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/16291 qua, 25 ago 2021 09:52:24 -0300 Editorial do Dossiê Temático (v23n3) https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/16292 <p>.</p> José Manuel Resende, Nívea Silva Vieira, Eduardo da Costa Pinto D’Ávila, Marco Vinícius Moreira Lamarão Copyright (c) 2021 José Manuel Resende , Nívea Silva Vieira, Eduardo da Costa Pinto D’Ávila, Marco Vinícius Moreira Lamarão http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/16292 qua, 25 ago 2021 11:03:39 -0300 Os filhos de um deus menor: de arisco à chegada à acolhida pela philia https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15957 <p>O alargamento da escolarização obrigatória e a tendência dos fluxos migratórios registada em Portugal neste século confrontam-nos com a questão do acolhimento dos alunos estrangeiros na escola. A partir de uma pesquisa empírica em duas escolas do ensino Secundário situadas na área metropolitana de Lisboa, e com recurso a dados provenientes da observação etnográfica e da aplicação de entrevistas semidiretivas, propõe-se uma reflexão em torno das artes de fazer e refazer o comum no plural a partir da figura do estrangeiro. As sociabilidades escolares entre pares e o estabelecimento de relacionamentos de amizade e filiais afigurou-se um ponto de entrada profícuo para compreender os processos de acolhimento daqueles que, porque pouco familiarizados com a escola portuguesa, enfrentam situações de inevitável ansiedade e incerteza num período crítico das suas vidas, a adolescência.</p> José Manuel Resende, José Maria Carvalho Copyright (c) 2021 José Manuel Resende, José Maria Carvalho http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15957 qua, 25 ago 2021 11:55:05 -0300 Como acolher os estudantes Ciganos na escola pública? Do reconhecimento da alteridade a uma pluralidade de arranjos discriminatórios https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15971 <p>No quadro europeu de uma aposta estratégica em sociedades cada vez mais escolarizadas e inclusivas, o desafio da presença de diferentes culturas nas escolas requer a implementação de políticas que promovam a não discriminação. No entanto, os ciganos Portugueses constituem-se ainda como um grupo cultural e étnico aparentemente imune aos objetivos destas políticas, em virtude do enorme preconceito social e histórico que impende sobre os seus membros. Neste sentido, foi realizada uma investigação visando colocar à prova um conjunto de possibilidades relativas à melhor forma de acolher estudantes ciganos na escola pública. Foram inquiridos 700 alunos não ciganos de 3 escolas do ensino médio da Grande Lisboa. Seguindo a perspetiva de uma sociologia eminentemente compreensiva, foi mobilizado um questionário baseado em cenários com o objetivo de captar junto dos estudantes não ciganos a forma mais conveniente da escola acolher estudantes ciganos discriminados numa outra escola. Os resultados mostram que, para a maioria dos inquiridos, os ciganos devem ser socializados através de procedimentos táticos, ou individualizados por meio de dispositivos morais ou funcionais de modo a serem convenientemente assimilados.</p> Pedro Jorge Caetano, Maria Manuela Mendes, Olga Magano Copyright (c) 2021 Pedro Jorge Caetano, Maria Manuela Mendes, Olga Magano http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15971 qua, 25 ago 2021 15:07:41 -0300 O Arco-da-Velha na Escola: no reconhecimento público das diversidades culturais em escola inclusa https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15972 <p>Profissionais de duas escolas, uma portuguesa e outra brasileira, foram postos à prova da inclusão escolar a propósito das suas considerações sobre a maneira como se expressam índices culturais múltiplos nas suas escolas. Como é que essas manifestações culturais coabitam no decurso da escolarização levada a cabo na escola? Que indícios apresentam quando confrontados/as com públicos diversos matriculados na sua escola? Como examinam as convivências entre uns e outros nas atividades proporcionadas pela escola? Como incluem nas aprendizagens os lados tangíveis das expressões culturais no plural? Dando conta dos questionamentos levantados por estes/as profissionais, o artigo mostra como os conceitos de multiculturalismo, interculturalidade e diversidade cultural são ressignificados nas linhas mestres das políticas e ações públicas no Brasil e em Portugal. E a partir desta exploração analítica observar como estas linhas são interpretadas nestas escolas pelos/as profissionais. Para finalmente alargar o questionamento destes conceitos às controvérsias levantadas por cientistas da área da educação que as suscitam a propósito dos intentos públicos manifestados por múltiplas equipas que têm governado a educação nestes países.</p> José Manuel Resende, Guilherme Paiva de Carvalho, Aline Raiany Fernandes Soares Copyright (c) 2021 José Manuel Resende, Guilherme Paiva de Carvalho, Aline Raiany Fernandes Soares http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15972 qua, 25 ago 2021 16:13:09 -0300 É pra falar de gênero sim: considerações teóricas e práticas sobre a importância de uma educação antissexista nos institutos federais https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15928 <p>A escola não é um espaço neutro, ela é povoada por sujeitos que possuem marcas de identidade de gênero, raça, classe e orientação sexual, entre outras. A negação de que vivemos numa sociedade que explora e exclui mulheres, negros, a população LGBTQIA+, os pobres, mostra como a escola pode ser o local onde essas opressões são perpetuadas. A educação sexista cria e dissemina as opressões ao mesmo tempo que é calcada nelas; por conseguinte, não pode ser uma educação libertadora, como defendida por Paulo Freire. Porém, a educação pode e deve ter um papel importante a desempenhar no combate às desigualdades e na construção de uma sociedade mais justa. Por isso, é fundamental discutirmos as teorias e práticas de uma educação antissexista. Através de uma análise bibliográfica sobre o tema e relato de experiências no âmbito do Instituto Federal Fluminense, pautaremos a metodologia desse artigo. O objetivo principal deste trabalho é se debruçar sobre ações concretas de uma educação feminista, libertária e afirmativa, que traz à tona as angústias subjetivas e os conflitos coletivos que, desde muito antes da pandemia, afligem-nos e que deixarão marcas profundas em nossa geração.</p> Alice de Araujo Nascimento Pereira, Camila França Barros, Olivia de Melo Fonseca Copyright (c) 2021 Alice de Araujo Nascimento Pereira, Camila França Barros, Olivia de Melo Fonseca http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15928 qui, 26 ago 2021 09:38:47 -0300 Técnico ou graduado? A formação do jovem no ensino médio técnico profissionalizante https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15982 <p>A leitura da chamada sociologia clássica (Émile Durkheim, Max Weber e Karl Marx) pode ser reveladora da função do ensino na sociedade capitalista, em especial em termos das reflexões teóricas e práticas sobre a relação educação e trabalho. Este trabalho faz um convite à releitura desses teóricos, principalmente a da corrente de pensamento weberiana: visão educacional de Max Weber e Karl Mannheim. O objetivo é o debate e a pesquisa sobre a educação e trabalho e a possibilidade de mobilidade social de classes sociais periféricas e a construção de sua identidade profissional. Essas reflexões foram o ponto de partida para a elaboração de um projeto de pesquisa no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ – <em>Campus</em> Duque de Caxias), que originou um trabalho de campo com os alunos de química do curso médio técnico profissionalizante. Os dados obtidos, através da aplicação de questionário, lançam luz sobre a percepção do corpo discente em relação à identidade profissional e sua mobilidade social dentro da estrutura do trabalho na sociedade capitalista de classe.</p> Emerson Allevato Furtado, Izabella de Aquino Leandro, Marcelo Cardoso da Costa Copyright (c) 2021 Emerson Allevato Furtado, Izabella de Aquino Leandro, Marcelo Cardoso da Costa http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15982 qui, 26 ago 2021 11:06:35 -0300 As Competências Socioemocionais na Formação da Juventude: Mecanismos de Coerção e Consenso frente às Transformações no Mundo do Trabalho e os Conflitos Sociais no Brasil https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15976 <p>A investigação buscou compreender as competências socioemocionais nas políticas para a formação da juventude frente às transformações no mundo do trabalho e os conflitos sociais no Brasil. A partir do método do materialismo histórico-dialético, busca compreender as múltiplas determinações desta problemática no âmbito da estrutura e superestrutura.&nbsp; Apresenta o debate sobre a influência dos organismos internacionais nas reformas educacionais e sua relação com o mundo do trabalho. Problematiza os fundamentos das competências socioemocionais a partir da análise do histórico da sua implementação nos Estados Unidos. Analisa as competências na reforma do ensino médio e BNCC e sua implementação no projeto das escolas cívico-militares. Por fim, situa as competências socioemocionais frente aos conflitos sociais no Brasil e as perspectivas futuras. Conclui que o fomento das competências socioemocionais apresenta tendência de caráter repressivo/coercitivo que não deve ser ignorada, especialmente no cenário de aprofundamento da crise e acirramento dos conflitos sociais.</p> Inny Accioly, Rodrigo de Azevedo Cruz Lamosa Copyright (c) 2021 Inny Accioly, Rodrigo de Azevedo Cruz Lamosa http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15976 qui, 26 ago 2021 14:35:54 -0300 O interesse individual como justificação: a gramática liberal na construção da colegialidade dos professores do ensino Básico e Secundário https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15974 <p>A reconfiguração nas orientações em matéria de política educativa nas últimas décadas à escala transnacional, tendo na <em>eficácia</em> o bem visado, acarreta consequências profundas para o trabalho docente do ponto de vista das formas de organização do trabalho escolar nos estabelecimentos de ensino – em particular, o reforço das formas colegiais de trabalho, enquadradas em hierarquias que exercem um maior escrutínio sobre as práticas. Estas injunções não significam, contudo, uma reprodução direta por parte daqueles profissionais no exercício na sua atividade. Com particular incidência sobre resultados recolhidos de um questionário por cenários aplicado no quadro de uma investigação realizada em Portugal centrada na problemática da pluralidade de conceções e formatos de envolvimento na profissão docente, o presente artigo pretende explorar, no quadro de uma <em>sociologia dos envolvimentos e comunalidades</em>, a forma como a <em>gramática dos indivíduos num público liberal</em>, caracterizada pelo enfoque nos interesses individuais generalizáveis enquanto quadro normativo, é suscetível de ser operacionalizada pelos professores como dispositivo de crítica e resistência à evolução nas formas de organização das práticas no sentido de reforço da colegialidade e institucionalização do trabalho concertado.</p> Luís Gouveia Copyright (c) 2021 Luís Gouveia http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15974 qui, 26 ago 2021 16:22:51 -0300 A agenda do capital financeiro para a educação da América Latina em tempos de pandemia https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15963 <p>O ano de 2020 foi marcado pela pandemia do Covid-19 que desencadeou políticas de contenção social. Na educação, tais políticas tiveram sua expressão no fechamento das instituições escolares. A organização do capital financeiro em torno da agenda da educação, no decorrer da pandemia, propôs um ajuste com importantes impactos sobre o trabalho realizado nas instituições escolares e, destacadamente, sobre o trabalho docente. Neste artigo, analisamos alguns elementos constitutivos dessa agenda, no período pandêmico, em sua correlação com as estratégias do capital financeiro em curso, desde a década de 1990. Convém compreender as faces da precarização do trabalho docente (SILVA; MOTTA, 2019), a partir da dimensão da responsabilização (EVANGELISTA, 2017) como estratégia de controle do capital financeiro. Direciona-se o trabalho para a análise dos documentos produzidos por duas agências do capital financeiro e as respectivas coalizões operadas pelas mesmas. Como traço de continuidade, percebeu-se que a agenda formulada pelo capital financeiro, no período da pandemia, tem estreita relação com a agenda da Educação para Todos e com os elementos produtores da precarização do trabalho docente.</p> Renata Spadetti Tuão, Rodrigo de Azevedo Cruz Lamosa Copyright (c) 2021 Renata Spadetti Tuão, Rodrigo de Azevedo Cruz Lamosa http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15963 sex, 27 ago 2021 11:06:12 -0300 A Parceiros da Educação e o processo de colonização da educação pública https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15965 <p>O presente trabalho buscou analisar criticamente a Parceiros da Educação (PdE), uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) sediada em São Paulo. Trata-se de uma instituição que busca mediar parcerias celebradas entre empresários ou empresas e escolas públicas com o objetivo de implementar um programa de intervenção em diversas dimensões da escola elaborado pela PdE. A investigação aqui apresentada buscou categorizar a estrutura organizativa da OSCIP, através da análise da composição de seu Conselho Executivo, de 2009 a 2013. Baseando-se na teoria de Estado marxista, especialmente nos trabalhos de Antonio Gramsci e Nicos Poulantzas, o estudo buscou analisar criticamente as conexões internas e externas da OSCIP no Estado ampliado. Os resultados demonstraram que a PdE é uma associação dirigida por representantes bastante significativos da burguesia que atua no Brasil, especialmente do capital financeiro. Suas conexões no Estado ampliado sugerem uma ampla rede de poder envolvida na colonização da educação pública, cujos tentáculos envolvem instituições como o Todos pela Educação, partidos políticos e postos-chave no aparato de Estado.</p> Regis Eduardo Coelho Argüelles Costa Copyright (c) 2021 Regis Eduardo Coelho Argüelles Costa http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15965 sex, 27 ago 2021 11:58:28 -0300 Os novos e velhos problemas do “Novo Fundeb”: análise da Emenda Constitucional 108/2020 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15888 <p>Este artigo traz uma pesquisa cujo método se baseia no materialismo histórico e no dialético e objetiva esgotar as determinações do objeto de análise desvelando sua pseudoconcreticidade até chegar a sua essência. A proposta do Novo Fundeb, promulgada no Congresso Nacional (EC 108/20), apresenta-se como panaceia para os males do financiamento da educação básica no país. Contudo, os problemas do Fundeb criados pela EC 53/06 se acentuam com a nova EC 108/20. A capitalização da educação básica pública encontrou terreno fértil no novo mecanismo permanente de financiamento. Entre os elementos mais questionáveis, estão: a lógica mercantil na repartição do ICMS (quota-municipal) e da complementação do Fundeb (2,5%); a centralidade na elevação dos índices de aprendizagem – que pode gerar disputa injusta entre as redes com maior disponibilidade de recursos e as com menor; a consolidação da meritocracia e de possíveis fraudes nos indicadores; a inviabilização do Custo Aluno-Qualidade (CAQ) diante da nada generosa complementação do ente que mais arrecada tributos no país. Embora recheado de termos progressistas, do ponto de vista prático, o Novo Fundeb, provavelmente, não universalizará com qualidade a educação básica brasileira, assim como ocorreu com seu antecessor.</p> <p>&nbsp;</p> Fábio Araujo Souza Copyright (c) 2021 Fábio Araujo Souza http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15888 sex, 27 ago 2021 17:06:59 -0300 Aspectos históricos do financiamento da educação básica pública brasileira: a “democratização autocrática” https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15985 <p>O presente artigo analisa historicamente o financiamento da educação básica no Brasil, desde o período colonial até pós CF 1988. Para tanto faz uso, como fonte primária, das principais leis a tratarem do tema. Além da análise documental, a presente reflexão se apoia na teoria crítica educacional, buscando aproximar a temática do financiamento a categorias chaves de entendimento da realidade social brasileira, dentre elas: o modo de produção escravista colonial (GORENDER, 1980), capitalismo dependente (FERNANDES, 2005) e ampliação para menos (ALGEBAILE, 2009). À guisa de conclusão o artigo sugere a categoria de “democratização autocrática” como uma possibilidade analítica da educação pública brasileira.</p> Marco Vinícius Moreira Lamarão Copyright (c) 2021 Marco Vinícius Moreira Lamarão http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15985 sex, 27 ago 2021 16:01:24 -0300